quarta-feira, outubro 31, 2012

Halloween Estranho

Halloween de novo!
Não me lembro de ter comemorado nenhum dia sequer esta data. Também nem pudera, nasci no Brasil, e por mais que as pessoas por aqui tentam se divertir e trazer as comemorações dos países do norte, ainda assim, não é e nunca será a mesma coisa.

Então, acho que esse ano o Halloween não vai ser comemorado com muito esmero na cidade e New York e cidades da Costa Leste americana, nesta segunda - feira, dia 29 ocorreu um quase furacão - digo isso , porque a intensidade dos ventos diminuiu e virou tempestade tropical. Eita tempestade forte essa, a coisa tá bem feia por lá. Não via cenas como essas de apagão e caos a tempos, pra falar a verdade só mesmo em filmes de catástrofes. Em breve os americanos irão fazer um filme com esta situação. Afinal por lá tudo vira filme.

Agora ainda são 17:59, se acontecer qualquer coisa interessante, prometo pra contar. Quem sabe um certo Rapaz que estou ficando, não resolve me ligar e a gente se encontra pra ver a estrelas nessa noite quente?! E põe quente nisso, os dias por aqui nesta última semana está de morte. A seca no nordeste nunca foi tão assustadora. Pequenos criadores de gado, estão dando ovos de galinhas para os bezerros se alimentarem.
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sábado, outubro 27, 2012

Eita últimos quinze dias mais malucos, gente! 
Acredito mais do que nunca na providência divina. O que os sábios diziam ainda serve como luvas para  os cansáveis questionamentos da alma. 

Todo mundo sempre diz a mesma coisa sobre o que não é pra ser não o é, dentre outros ditos populares.

Tá, agi com inconsequência no último fim de semana. Fui sim pra praia de Cabo Frio com minha mãe e sobrinha. Deixei de trabalhar na sexta-feira e no sábado. Eu merecia um descanso, mesmo sabendo que podia ser despedida na segunda-feira.

Refleti bastante ao caminhar pela areia, fina, bem fina por sinal. Não consegui ir na praia do Peró dessa vez, mas na próxima eu vou. É a tal praia que o personagem da novela, rs, que eu não vi, tinha uma casa na ficção. Acho que era o tal de Tufão - representado pelo ator Murilo Benício.

Enfim, foi proveitoso o passeio, descansei e tirei algumas fotos, dentre elas essas aqui postadas.












segunda-feira, outubro 22, 2012


Noturno Urgir


A campanhia soa sem parar casa a dentro. É um fluxo ininterrupto de aflição. No sexto toque da quarta ligação a esperança de ouvir um alô já há muito se esvaiu... Mas algo ainda mais obstinado retem o fone junto a orelha. Pode ser fé. Talvez teimosia. E antes que a voz metálica lance outra vez a maldição da caixa postal, uma voz longe, sonolenta e meio rouca atende. Oi amor - alívio. Oi - comoção. Que foi, me ligando essa hora? - apreensivo. Eu só precisava ouvir você - emoção.

Ah, Coração... Se Apronta Pra Recomeçar

"A vida tem sons, que pra gente ouvir, precisa aprender a começar de novo... "


A música acabou, mas o baile não. Vai começar outra música. Vamos dançar! A festa está linda. Você vestiu a sua melhor roupa e esperou tanto para estar aqui. Tantas pessoas gostariam de ainda estar nesse baile, mas tiveram que voltar pra casa mais cedo. Aproveite a oportunidade que lhe foi dada. Curta a noite. Curta a festa. Curta a vida. O dia está longe de começar. A noite é só uma criança. Se jogue na pista de dança!

Não podemos permanecer à quem de nós mesmo. Não podemos nos colocar do lado de fora da nossa própria ciranda. O bailar da vida exige nossa presença. Aquela canção acabou, mas outra irá começar, logo, logo e suplica nossa participação. A nossa música, sem a nossa presença não faz sentido algum.

É a vida que segue. São os amores que chegam e que se vão. Eu não vou ficar parada na estação a olhar o trem que partiu e levou com ele os meus amores, os meus sonhos, os meus planos. Eu não vou ficar parada no porto olhando ao longe o navio que naufragou e sucumbiu os meus sorrisos. Vou para a plataforma de desembarque receber o novo trem cheinho de amores, de sonhos e planos novinhos. Especialmente para mim. Vou para o outro lado do porto ver a chegada da navio que trouxe um contêiner de novos sorrisos para mim.

Não é porque aquele amor acabou que eu não possa começar outro. Não é porque aqueles planos e sonhos foram frustrados que eu não possa sonhar e planejar coisas novas. Lamentar o passado é perder tempo, é sofrer duas vezes. Permanecer em uma relação que já naufragou é afundar junto com ela e uma hora o ar acaba. Uma hora você sufoca. Insistir em uma estrada que vai dar em nada é gastar tempo e esforços em vão. Você terá que voltar e refazer o caminho, enveredar por estradas desconhecidas que te levarão a lugares novos. A vida cobra de nós uma postura, uma decisão. Uma hora a conta chega. Não adianta se omitir.

"...Ah, Coração... esquece esse medo de amar de novo..."

segunda-feira, outubro 15, 2012

Hoje alguém percebeu em mim um olhar que eu nunca tive, um olhar de alguém que está pensando. Primeira vez que este olhar deixa de ser TRISTE.

Nos últimos quase quatro meses, eu mudei. Eu não gosto do  meu EU de agora. 
Eu não posso deixar de falar dessa minha transformação, mas eu preciso me expor e quero muito, mas muito mesmo, poder, depois de um bom tempo, ler essas coisas com olhar diferente, talvez um olhar feliz me chamando de boba por ter passado por isso e ao mesmo tempo, ou sei lá, talvez eu ainda esteja na mesma situação. 

O que eu quero dizer mesmo é que eu nunca estive tão dentro de mim como agora. Eu meio que fui conduzida a ir naquele centro espírita, aqui mesmo, na minha rua. Depois que o Gabriel me disse coisas tão duras, não teve um só dia que eu não tenha deixado de pensar nele e nenhuma vez eu deixei de orar por ele em cada palestra ou grupo de estudo que eu fui. Teve uma palestra que me fez enxergar que eu não devo cobrar nada dele e deixá-lo ir, porque se for pra parar pensar mesmo, dói, mas ele não se esforçou pra me amar. Infelizmente é essa a verdade. Eu nunca fui chamada de namorada por ele na frente dos amigos, não colocou que me namorava no facebook, me colocava adjetivos que até então eu nunca tinha sido chamada, principalmente o SONSA. Acho mesmo que hoje eu reconheço que sou mesmo uma sonsa, ou pelo menos estava latente sobre os seis meses que passei junto dele. Foram tantas discussões infundadas, tantas mentiras. 

Ai... eu preciso parar de pensar nele. Deve ser por isso que hoje eu declaro aqui o meu último post referente a ele. Acreditava eu , ser a pessoa que mudaria sua vida, mas foi o contrário. Eu aprendi a rever os valores que eu havia perdido. Eu percebi também que eu vivo de ilusões e que por mais que eu fale aos outros o que eles deveriam ver, eu mal vejo um palmo diante de meu nariz, não enxergo o que eu realmente sou. Eu não sou nada, uma ZÉ NINGUÉM. Percebi também que ninguém gosta de mim e nunca fui tão pobre como nos últimos tempos. 

Eu cheguei mesmo a acreditar que ele fosse o homem da minha vida, afinal ele era do jeito que eu tinha pedido a Deus, esperado tanto, mas tudo se perdeu, como num encanto. Eu queria mesmo não supervalorizar tudo isso, mas eu ainda não aprendi muita coisa. Uma coisa que eu realmente tenho que aprender é que eu sou sozinha, sempre serei sozinha!

domingo, outubro 14, 2012

A lenda de Eco




Eco era uma linda ninfa que amava os bosques e os montes, onde se dedicava a distrações campestres. Porém tinha um grave defeito: falava demais e em qualquer conversa ou discussão, queria sempre dizer a última palavra.

Um dia a deusa Hera saiu à procura do marido, de quem desconfiava, que sempre estava se distraindo com as ninfas. Mas Eco conseguiu entretê-la com sua conversa até as ninfas fugirem. Percebendo isso, Hera a condenou: “Só conservarás o uso dessa língua com que me iludiste, para uma coisa de que gostas tanto: responder. Continuarás a dizer a última palavra, mas nunca poderá falar em primeiro lugar”.

Certa manhã a ninfa viu Narciso, um belo jovem que perseguia a caça na montanha. Apaixonada por ele, começou a seguir os seus passos, desejando ardentemente poder dirigir-lhe a palavra, e dizer-lhe frases gentis e agradáveis, para assim conquistar-lhe o afeto. Mas como não conseguia fazê-lo, em virtude do castigo imposto pela deusa Hera, não teve melhor alternativa senão esperar que ele falasse primeiro, para que ela finalmente pudesse responder. Quando Narciso procurava pelos companheiros ele gritava bem alto mas Eco só conseguia responder a última palavra. Quando Narciso viu a jovem, fugiu dela.

Eco foi esconder sua vergonha no recesso dos bosques e passou a viver nas cavernas e entre os rochedos das montanhas. De pesar, seu corpo se transformou em rochedos e só restou a sua voz. A ninfa continua ainda disposta a responder a quem quer que a chame e conserva o velho hábito de dizer a última palavra.

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O mito de Eco revela que a pior prisão é aquela em que o ser humano não pode expressar o que pensa ou o que sente; é a tortura de conviver com seus pensamentos e sentimentos presos pelo medo ou pelas convenções ameaçadoras. 
Quando Páris nasceu, um oráculo previu que o menino seria a ruina do império do seu pai, o rei Priamo de Tróia. Com medo da profecia, o pai condenou o filho à morte, abandonando-o no alto nas montanhas. Porém Páris foi salvo por um pastor que o criou e ensinou-lhe a cuidar das ovelhas. Quando Páris cresceu, tornou-se muito bonito e sedutor e, constantemente, estava envolvido em façanhas amorosas.

No Monte Olimpio havia uma questão entre as deusas Hera - rainha das deusas, Afrodite - deusa do amor e Atena - deusa da justiça, para saber qual era a mais bela. Zeus designou Páris para essa missão, justamente por sua variada experiência junto às mulheres. Sabiamente Páris recusou a escolha pois qualquer decisão colocaria as outras contra ele, mas foi persuadido a aceitar a proposta.

Nos dias anteriores à escolha, as três lhe fizeram propostas, caso fosse escolhida. Hera ofereceu-lhe o império do mundo; Atena prometeu fazer dele o melhor guerreiro; Afrodite ofereceu-lhe a taça do amor, prometendo-lhe a mulher mais linda do mundo. Páris era jovem e não tinha outros interesses, senão as mulheres. Assim, Páris escolheu Afrodite e sua recompensa foi Helena, a esposa de Menelau. Preteridas e humilhadas, Hera e Atena delataram a traição de Helena e com a fúria de seu marido foi conflagrada a Guerra de Tróia que terminou com a destruição total da cidade. Mais uma vez, o oráculo confirmou suas profecias.

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Páris representa o primeiro grande desafio da vida para o desenvolvimento individual: a escolha no amor, que não restringe a escolha entre duas pessoas, mas aos nossos valores uma vez que nossas escolhas nos remete ao tipo de pessoa que queremos nos tornar. Páris escolheu com imaturidade vinculando-se aos seus desejos e não à sua pessoa. É o livre arbitrio e a compulsão instintiva.

As consequências das escolhas são muitas e afetam todos os níveis da vida. A escolha compulsiva de Páris resultou na destruição de Tróia. Ele não decidiu errado mas não estava preparado para discernir entre os apelos eróticos e a gravidade de possuir a esposa de outro homem. Também não sabia avaliar os poderes que teria como grande guerreiro e imperador do mundo. 

Isso mostra que às vezes diante dos desafios da vida temos de estar preparados para fazer nossas escolhas de forma responsável. Se não aprendemos, podemos culpar o destino ou por a culpa em alguém, sem perceber que os fracassos podem ocorrer exclusivamente pela nossa falta de reflexão. 

sábado, outubro 13, 2012

Conscientia Sceleris






Todo o júri olhava, atordoado, a figura frágil monstruosamente transformada pelo promotor. O juiz, com a mão sobre os olhos, sacudia a cabeça ante o tamanho da acusação. A platéia, atônita como toda boa platéia, aguardava com água na boca o pronunciamento daquela que os jornais passaram a chamar de "viuvíbora". Sentença máxima, gritavam todos os olhos, sedentos de circo. E ela, a ré, ainda menor do que parecia ante a ostentação daquele tribunal, fixava firmemente o sol pela janela, que nesse momento se punha, banhando de laranja toda a sala de julgamento. Quando finalmente, após um longo gole d'água o nervoso meritíssimo permitiu que ela desse seu depoimento, a ré levantou-se, alisou a saia cinza, ajeitou os óculos sobre o nariz e esboçou um sorriso, doce como a brisa que adentrou ao recinto. Confesso que amei. Foi tudo o que se ouviu de seus lábios ternamente rosados. Então ela caiu.


A juventude transviada, a promessa de uma liberdade libertina são formas quase extintas de viver a vida. O "se dar bem na vida" carrega uma maldição de responsabilidades inevitáveis para que a trindade adorada estudo-trabalho-relacionamento seja assim na prática tão maravilhosa como proclama a teoria. Considero uma utopia, discorde. Cedo, e hoje mais do que nunca, é colégio integral, escola de inglês, natação e tênis. Férias, cursinho de línguas, para aperfeiçoar. Intercâmbio, para divertir é que não dá. Há tanto museu e cultura para agregar. Faculdade, vestibular, agora começa a diversão prometida. Mas são listas e listas de exercícios para treinar nossa vã filosofia. Semana de provas, trabalho final, e os finais de semana floridos ficam protegidos pelo vidro da janela. Aqui dentro, estudo e silêncio. Nem moscas voam. Até elas se aborrecem com tanto teorema. Formatura, uma noite de diversão com os amigos em um baile de gala para comemorar quatro anos de privação. Em prol do conhecimento. E de um contra cheque gordo. Com ele, é possível fazer o tão sonhado casamento. Comprar o sítio de final de semana. Acumular garrafas de bebidas importadas, no bar que os amigos poucos visitam para fazer um happy hour entre uma semana e outra de mesmice. Agora sim, estabilidade para curtir a vida. Na hora em que o choro do filho parar de correr. Ou que o cachorro desistir de comer os sapatos e tentar te enlouquecer. Ou quando a preocupação com tantos gastos descer pelo ralo. E antes que se perceba, veio a aposentadoria. Como uma mulher sedutora, que abana um lenço branco, promessa de calmaria. E quando se está para tocar nessa pedra filosofal eis que toca a campainha, descem do carro os netos infantes e começa a barulheira, a trabalheira, as férias em família. A correria se dá casa a dentro e nos olhos dela há um reflexo melancólico de lembranças empoeiradas. Parece que pela sua cabeça passam alguns momentos que não foram vividos. Tenho quase certeza que ela se pergunta e se responde, num suspiro, que no final das contas, é a vida. Ficou tarde demais para ser irresponsável novamente. É melhor por o bolo para assar.
“Eu não sou um avião. Mas também não sou um calhambeque aposentado. Estou mais para uma caminhonete 1.8. Compacta, acelarada, firme e com muita bagagem. Intelectual, obviamente. Por isso estou aqui a sua procura. Você, um jipe de estrada, acostumado a solidão de quem é incompreendido. Você que acampa com sua lona em qualquer vale gramado só para ver a lua nascer. Estou procurando sua conversa sobre astronomia, seu desprezo pela astrologia, sua admiração pelas rochas milenares e sua vontade de abrir asas sobre o mundo. Quero partilhar da sua estante literária e de um cantinho na sua mala para juntos gastarmos muita sola de sapato. Quem sabe, enquanto troca um pneu furado na estrada, te fazer uma massagem na nuca ou rir da sua condição de macho dominantemente mecânico. Em resumo, eu não quero alguém que só pense na troca de óleo, desprezando a categoria do motor. Preciso de um admirador de engrenagens. E, junto com ele, uma vontade gigante de fazer o resto do mundo comer poeira.”

sexta-feira, outubro 12, 2012

Há de ter alguém neste mundo que goste de mim, do jeito que eu sou. Não posso crer que eu seja uma pessoa tão ruim assim.
Esperei tanto pra achar alguém , que tenho realmente medo de tê-lo deixado passar e não percebi.

quarta-feira, outubro 10, 2012

Sentimento de vingança


Alimentar o sentimento de vingança certamente é ruim. O ódio produz uma enzima no sangue que nos prejudica emocionalmente. Mas, nossa natureza nos impele e faz sentir um gostinho quando podemos nos vingar. A vingança será doce, lenta e cruel. Será possível eliminar e passar por cima disso?

O mestre e o discípulo estavam caminhando e ouviram um gemido. Tratava-se de um homem ferido. Levaram-no para sua cabana. O trataram e após sete dias estava bom. Levantou, agradeceu e disse que precisava ir porque estava indo atrás do seu agressor, pois havia sido assaltado e machucado. Quero que meu agressor sinta a mesma ou mais dor que eu senti.
O mestre disse: Podes ir, faça o que quiseres, estamos em terra de homens livres e de bons costumes, porém preciso dizer-lhe que nos deve 2.500 moedas de ouro pelo tratamento. Mas como, o senhor sabe que sou um pobre trabalhador, não tenho este dinheiro.
E então o mestre disse: Se não podes pagar o bem que te fizeram, com que direito podes cobrar o mal que a ti fizeram? O homem ficou confuso e compreendeu que não adiantaria ir se vingar, mais tempo perderia, mais ódio acumularia e no final mais perigo correria.
Embora seja um desafio, a atitude de dominar o sentimento de vingança e substituir pelo sentimento de amor, de bondade deve ser o objetivo. Façamos assim e deixemos a lei da evolução cuidar se alguém merece castigo ou não.Afinal nos consideramos ou não seres nobres? Sejamos nobres.

domingo, outubro 07, 2012

Reticências

Nos últimos três meses venho tirado fotos sorrindo, mas eles, os sorrisos, não significam nada.

Eu tenho sentido tanta tristeza como nunca havia sentido antes. Nem todo sofrimento que eu tive há dez anos atrás é compatível comigo hoje. Ninguém quer ouvir, ler, ou se interessar por problemas íntimos de alguém, quanto mais os meus.

Pra mim isso aqui é mais do que um desabafo. Caramba! Eu realmente estava feliz por um tempo. Parecia que finalmente Deus tinha atendido o meu pedido e me enviou alguém do jeitinho que eu queria... mas num passe de mágica, sem que eu entendesse o porquê, tudo acabou. Eu ainda não sei como eu não consegui superar toda essa história. Ele sai em fotos com outra pessoa ao lado. Por que para os homens é tão mais fácil o desapego?

Eu sei que não sou mais uma menina, fico desesperada só de pensar que em pouco tempo terei quarenta anos e enlouqueço em pensar que eu poderia mesmo ter algo sério com alguém 16 anos mais novo que eu. Eu não entendo porque motivo eu não consigo pensar como uma mulher. Talvez, ou com certeza eu deva ter pulado etapas. Eu deveria ter me casado antes. Deveria ter tido um filho, mas não deu. E hoje a pergunta mais frequente é: por que você nunca se casou? Oh céus, a resposta é óbvia. Ninguém, me pediu em casamento.

Quando penso nisso, fico triste ainda mais. Nunca ninguém quis se casar comigo. Eu não sou mesmo importante para alguém querer dividir a vida junto a mim. É como se eu não tivesse valor algum, predicativo nenhum. Como se eu fosse uma pessoa ruim de verdade. 

"Palavras", como são duras e machucam em alguns momentos. Ouvir que eu deva procurar alguém que me ature, é um tanto triste. Estou pensando mesmo em como eu deva ser chata, ou de difícil convívio. Tenho pedido tanto feedbacks de pessoas conhecidas para tentar me consertar. Não aguento mais ser preterida.

Não é nada fácil ver os amigos da minha idade com a vida do jeito que eles planejaram.
É como se os meus sonhos não fossem possíveis...
Eu não gosto de me envolver com garotos, confesso que não. Eles sempre cortejam , falam isso e aquilo, até me ganharem achando que vou ensinar alguma coisa. No fim dizem que eu sou velha e me ofendem, humilham e eu fico assim me achando uma bosta, velha e que não serve pra nada.

Eu sinceramente, não sei o que fazer.

Olá, Acabei de baixar o WhatsApp Messenger no meu Android. É um aplicativo de mensagens instantâneas para smartphones que substitui os torpedos SMS e permite enviar fotografias, vídeo e outros conteúdos multimídia. O WhatsApp Messenger tem versões para Android, iPhone, Nokia, Windows Phone e BlackBerry e não é preciso memorizar um PIN ou nome de usuário – funciona como os SMS e utiliza o plano de dados de Internet. Baixe agora em http://www.whatsapp.com/download/ e diga adeus aos torpedos!

quinta-feira, outubro 04, 2012

Gosto das fotos que eu mesma tiro de mim. Quem diria que eu estava com o braço esticado aqui?

Detalhes

Eu gosto de escrever o que eu to sentindo, mas nos últimos tempos eu pareço tão chata, tão desinteressante, que penso duas, ou mais vezes antes de escrever qualquer coisa.

Outro dia estava inspirada, mas não tinha um teclado pra manifestar meus desejos da escrita. Paciência!

No último fim de semana, morreu Hebe Camargo, eu podia ter postado um monte de coisas sobre essa mulher milionária, mas me abstive. Afinal de contas, em todos os meios de comunicação, alguém escreveu ,ou falou dela. Acabou a matéria, se foi.

Também ontem me lembrei de detalhes, detalhes sutis da minha vida, acho que são coisas que eu somente eu observo, ou sinto. Lembrei-me do ex, de novo, eu sei -  estou ficando chata por demais de tanto falar, ou mencionar o meu recente passado. Mas hoje eu não quero me queixar, só me lembrei da primeira vez que ele segurou minha mão e eu me senti parte de um casal. Ai gente, eu nem tenho mais idade pra me prender a este tipo de lembrança, porém acho que sou mesmo antiga, ou li romances demais, contudo a maioria dos romances são escritos por homens, como o Nicholas Sparks, ele escreve muito, ou muitos romances que viram filmes, e o engraçado é que os personagens masculinos são sempre militares, ou passaram por alguma guerra, que o diga O diário de uma paixão, Querido John e o mais recente, Um homem de sorte. Este último vi ontem. É bonito, mas o homem é perfeito demais, não existe isso. O que eu gostei mais foi da locação. lugares lindos.

Acho que sou meio assim mesmo, meio besta, ou besta por completo. Luto para não me apegar, mas eu necessito estar apaixonada ou ilusoriamente apaixonada por alguém pra minha vida ter certo sentido. Se é que isso seja sentido. O problema é que já estou ficando velha. Já pensei em matar essa minha essencial sentimental, mas se eu o fizer, não sobrará nada de mim.

Nas últimas semanas já se vê como eu mudei. Até eu mesma me vejo diferente. Não sei se são os encontros no grupo espírita -  pois sim, finalmente estou me desenvolvendo para a mesa mediúnica. Ano que vem tudo estará pronto para o tão esperado momento de evolução. 

Voltando às mãos dadas... sinto saudades daquelas mãos calosas. Sinto mesmo. Acho que eu pedi demais pra Deus alguém como ele, e quando finalmente eu tive, não soube como lidar...( estas reticências só fazem sentido mesmo para mim).

terça-feira, outubro 02, 2012

Namoro



NAMORO


"Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, nos bares, levanta os braços, sorri e dispara: "eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também". No entanto, passado o efeito do whisky com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração "tribalista" se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar de língua, namorar e não ser de ninguém. Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo, e nele, os ingredientes vão além do descompromisso como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se a outra estiver beijando outro, etc, etc, etc. Desconhece a delícia de assistir a um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor. Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ela, é telefonar só para dizer bom dia, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter ´alguém para amar´...Somos livres para optarmos! E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento..."


Arnaldo Jabor.

Sobre sonhar com dentes

Tenho recebido inúmeros comentários sobre algum tipo de ajuda com relação à explicação em sonhar com dentes. Entendam que os dentes sã...