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você só descobre que se deu mal quando mensagens e convites param de chegar ao celular

lI ESTA POSTAGEM DO IVAN mARTINS HOJE E NÃO RESISTI. BATEU FEITO FLECHA....
Queira ou não, gente solteira vive em processo seletivo. Não estou falando de emprego e trabalho, mas de afeto. Somos testados e julgados por possíveis parceiros todo o tempo. Estão em jogo nossa aparência, nossa personalidade e – claro – nosso desempenho dentro e fora de casa. Ao contrário das disputas por emprego, na vida amorosa a gente nem sempre sabe que está numa competição. Você sai com alguém duas ou três vezes, acha que não tem mais ninguém na área, mas tem. Entre vocês dois, tudo vai bem, mas, para seu azar, com outra pessoa vai ainda melhor. É por isso que a figura desaparece de quinta-feira a sábado, e só volta a chamar no domingo. Estava testando mais gente. Como o processo seletivo é secreto – ou pelo menos privado –, você só descobre que se deu mal quando mensagens e convites param de chegar ao celular. Ou quando topa com seu quase amor na rua, de mãos dadas com alguém. É dramático, mas acontece.…

Os contos de fadas quase nunca têm mãe

Na relação "mãe e filha" tudo é muito intenso: tanto a dedicação e o carinho, quanto as lutas e os conflitos. No relacionamento da mulher com a figura materna existe uma complexidade psíquica que envolve paixão, fusão, cumplicidade, maternidade, separação, rivalidade, inveja, dependência, cobranças, etc. Nos contos de fadas temos um registro disso, mas não apenas em relação aos conflitos e dificuldades, como também a forma como se desenrolam as soluções dos dilemas entre gerações. É comum vermos nas heroínas mais famosas como Cinderela, Branca de Neve, A Bela Adormecida e Rapunzel disputas e conflitos com a mãe ou a madrasta. No entanto, é por meio destes desentendimentos que a heroína amadurece e se desenvolve como mulher."É comum vermos nas heroínas mais famosas como Cinderela, Branca de Neve, A Bela Adormecida e Rapunzel disputas e conflitos com a mãe ou a madrasta. No entanto, é por meio destes desentendimentos que a heroína amadurece e se desenvolve como mulher.&q…

A importância do amor

Ah, o amor! Tema intrigante e preferido dos apaixonados, é também assunto comum em mesas de bar, livros, pesquisas, nos conselhos entre amigos e em consultórios psicológicos e psicanalíticos. Não por acaso, todos já sentimos um grande amor- seja ele pela mãe, alvo do nosso intenso amor inicial; seja pelo amiguinho da escola, quando ainda nem sabemos definir tal sentimento; aquele amor sofrido que muitas vezes nem é correspondido; e por que não, o amor que nos toma quando entramos em processo analítico, conhecido como amor transferencial? Amamos nossos pais, filhos, irmãos, amigos, companheiros, analistas, mas principalmente, amamos ser amados. 
Freud, em seus textos, muito nos disse sobre o amor. Para ele, a escolha de quem amar tem a ver com repetição. Temos uma demanda de amor que vem desde o início de nossas vidas: precisamos que nossa referencia materna nos transmita seus cuidados e afetos e isso se manterá durante nossas vidas, quando, inconscientemente, repetimos aquela relação p…

XENOGLOSSIA

Xenoglossia ou mediunidade poliglota é a faculdade pela qual o médium se expressa, oral ou graficamente, por meio de idioma que não conhece na atual encarnação. 
Xenoglossia (do grego xenom = estranho, estrangeiro + glossa = língua).

Conforme Ernesto Bozzano, pesquisador da metapsíquica, informa, na Introdução de seu livro Xenoglossia, que o termo foi criado pelo fisiologista Charles Robert Richet para identificar o fenômeno no qual pessoas falam em línguas que eles e, geralmente, o público presente ignoram, porém que se tratam de línguas existentes hoje ou que existiram no passado. Richet teve o intuito de distinguir de modo preciso, a mediunidade poliglota propriamente dita, pela qual os médiuns falam ou escrevem em línguas que eles ignoram totalmente e, às vezes, ignoradas de todos os presente, dos casos afins, mas radicalmente diversos, de “glossolalia”, nos quais os pacientes sonambúlicos falam ou escrevem em pseudolíngua inexistentes, elaboradas nos recessos de suas subconsciência…

HELENA PETROVNA BLAVATSKY

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Foi uma das figuras mais notáveis do mundo no último quartel do século XIX. Ela abalou e desafiou de tal modo as correntes ortodoxas da Religião, da Ciência, da Filosofia e da Psicologia, que é impossível ficar ignorada. Foi uma verdadeira iconoclasta - ao rasgar e fazer em pedaços os véus que encobriam a Realidade. Mas, porque estivesse a maioria presa às exterioridades convencionais, tornou-se o alvo de ataques e injúrias, pela coragem e ousadia de trazer à luz do dia aquilo que era blasfêmia revelar. Lenta mas seguramente, os anos se encarregaram de fazer-lhe justiça. Apesar das invectivas, considerava-se feliz por trabalhar "a serviço da humanidade', e deu provas de sabedoria ao deixar que as futuras gerações julgassem a sua magnífica obra (1).
Helena Petrovna Hahn nasceu prematuramente à meia-noite de 30 para 31 de julho (12 de agosto pelo calendário russo) de 1831, em Ekaterinoslav, na província do mesmo nome, ao sul da Rússia. Tão estranhos foram os incidentes ocorrid…

Definindo o Ocultismo

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Podemos entender o ocultismo como sendo um grupo de ensinamentos secretos (ocultos) e mágicos (sugerindo algum tipo de relação com o sobrenatural) os quais são transmitidos a iniciados por meio de sociedades secretas iniciáticas (ex: Sociedade Teosófica, Maçonaria e sua irmã, a Sociedade Rosa Cruz, apenas para citar algumas mais atuais, ou menos antigas, destas sociedades secretas).

Na realidade, não há absolutamente nada de novo nos ensinamentos ocultistas dessas ditas fraternidades iniciáticas, uma vez que, em essência, esses ensinamentos não passam de repetições e de reinterpretações, ou ainda, de reformulações de lendas e de contos originados em épocas remotas, como os da mitologia egípcia, por exemplo. Todavia, a aparente complexidade da simbologia maçônica ou dos intricados escritos teosóficos, por exemplo, não são assim apresentados sem uma razão de ser bastante específica. E é o que veremos a seguir.

Lembro-me de certa vez quando assisti a um filme policial, onde um criminoso…